Quem está no clima de vestibular, chegada ao mercado de trabalho e tem que ter a cabeça focada no futuro sabe como é importante saber falar uma segunda língua. Não dá pra negar, por mais que às vezes seja ruim, que agora é necessária uma outra língua, já não basta mais a da sua pátria. Mas tudo bem até aí, é de se conformar e aprender. Porém o estranho é como esquecemos de aprender a “língua da natureza”. Uma língua quase morta, bem calada. O que mais se ouve dela são os gritos de desespero e de alerta. Que na maioria das vezes passam despercebidos. Talvez se entendêssemos o que a natureza tem pra dizer perceberíamos mais facilmente que não é ela que precisa sobreviver, e sim nós, a humanidade. Porque no final, a natureza tem nela, poder suficiente pra se erguer, como já fez outras vezes e é capaz de fazer novamente. Só que a humanidade... A doce humanidade... A amarga humanidade... Essa vai ter que procurar um cursinho intensivo urgentemente! Não bastam mais os noticiários, os ativistas, as catástrofes, as mortes. Nesse caso não há Google que traduza, nem legenda amarela ofuscante. Não há gramática, não há professor. Não há mímica, não há braile. Está tudo visível, só basta entender...
terça-feira, 8 de julho de 2008
segunda-feira, 7 de julho de 2008
Cegueira branca?
Quando não há inspiração, onde você busca? Uma música? Uma paisagem? Uma foto talvez? Sem problemas se a resposta não veio tão rápido. Afinal é estranho como às vezes temos tudo, mas não temos nada. A vida é cheia de inspirações. Uma escondidas e outras tão visíveis, na ponta do nariz, de deixar qualquer um vesgo. Mas aí depende dos olhos enxergarem, mas eles não enxergam.Cegueira? Não, eles não querem enxergar.
Mas e se fosse possível parar no tempo? Sentar no chão, cruzar as pernas, apoiar o rosto sobre a mão, e ficar ali, analisando, só pensando... Parado no tempo fica fácil perceber as inspirações! Os sorrisos que nos sorriem todos os dias, mas muitas vezes esquecemos de retribuir. As vozes que todos os dias repetem quase a mesma coisa, mas que sem elas os dias seriam bem diferentes. Talvez até sem graça.
Porém, lembra que ele não para? Pois é, enquanto se tentar buscar as inspirações, o tempo não para e continua a passar, e junto com ele todas as inspirações que fomos incapazes de enxergar. Na hora de reclamar da falta de inspiração, não xingue seu dia, o mau tempo, a briga com o namorado, sua amiga, seus pais... Assim como o tempo e as inspirações, todos eles vão passar e quem não abriu os olhos foi você...
terça-feira, 27 de maio de 2008
Conclusões, fases e um pouco do óbvio
Inspiração: Next To You - Jordin Sparks
domingo, 18 de maio de 2008
As ramificações da vida
Ontem, mais ou menos ás onze da manhã eu estava no hospital, mais uma vez. Já que não foi o suficiente ter ido semana passada depois do meu tropeço no cinema que me custou uma contusão no braço direito. É foi no cinema. Pode acreditar.
sexta-feira, 9 de maio de 2008
Máquina, Tecnologia e o homem...
Inspiração: Aulas de Geografia, História, momentos de ócio na frente do computador.
PS.: O que acharam da "nova cara" do blog?
Beijos especiais para a Stephanie, Marina e Raiana:
- Gurias! A gente não se fala a um tempinho né? Mas eu amo muito vocês! Saudades...
domingo, 4 de maio de 2008
(?)
Naqueles momentos em que todas as pessoas podem ser questionadas, mas nenhuma resposta que elas darão se encaixará com a sua, seja ela qual for. É claro que certas pessoas têm o dom de clarear nossas idéias, e de nos aconselhar da maneira certa. Mas no final, só quem pode decidir é você. Ligar ou não ligar, deixar passar ou correr atrás, falar ou calar, escolher um ou escolher outro. Encarar tudo como aprendizado e superação é a melhor opção. Ou não. O que você acha?
PS.: Não consegui escolher um titúlo!
Inspiração: "Save Me" - Hanson & Meu domingo...
quarta-feira, 23 de abril de 2008
Analisando da janela
Dia 30, um domingo. Nós três no quarto do meu irmão. Eu apoiada na janela do oitavo andar, meu pai ao lado usando o computador. Ele me avisa como sempre que não se deve apoiar daquela maneira na janela. Eu escuto, como sempre. Mas talvez ainda não tenha “absorvido” aquela idéia. Afinal, uma janela é simplesmente uma janela. Certo? Não. Foi quando ele me chamou e me mostrou, em um site de noticias, a seguinte manchete: “Criança de 5 anos morre ao cair de prédio em SP”. É, meu pai tinha razão. “Não, mas essa foi jogada!” Disse o meu pai.
